sábado, 13 de setembro de 2014

Crescer com Simplicidade: Eis o maior desáfio

Todos querem crescer profissionalmente. Cada um tem o seu sonho: enquanto uns têm como meta trabalhar em outro país, outros desejam chegar logo a um cargo de gestão. Há quem queira o negócio próprio, outros não se contentarão com nada menos que o cargo de CEO. Muitos profissionais acabam perdendo o foco quando têm objetivos de longo prazo para a carreira. A maioria se esquece do hoje. É bom se perguntar “o que eu posso fazer aqui e agora para atingir a minha meta?”. Se ela for trabalhar em outro país, experimente estudar mais de um idioma e se preparar para disputar oportunidades em uma multinacional que ofereça essa alternativa. Para um dia assumir um cargo de gestão, converse com seus superiores e entenda o que é preciso desenvolver no seu perfil para chegar lá. Já para chegar a CEO…bom, é preciso dar um passo de cada vez. O mundo em que vivemos é marcado por um estado de constante ansiedade e ambição por grandes projetos. O desafio de viver em um cenário como o atual é o da simplicidade: é preciso saber que conseguiremos alcançar a nossa meta através de pequenas vitórias cotidianas. Entregar resultados consistentes, bater metas e garantir performances pessoais e da equipe acima da média levam ao sucesso através de um trabalho estruturado e esforços diários. Usando ainda o exemplo do CEO – cada um dos presidentes de empresas tem uma história e uma trajetória. Nenhuma delas é igual, mas certamente todos eles precisaram passar por muitas etapas antes de chegar ao topo. Estudaram, erraram e acertaram, desenvolveram seu lado comportamental, fizeram negócios com muita gente diferente, foram gestores de equipes diversas…aprenderam com a prática de todos os dias. É bom ter uma meta ousada para a carreira. Mas é preciso tomar cuidado para que a visão de longo prazo não comprometa o nosso dia a dia. Afinal de contas, o caminho é longo, mas precisamos percorrê-lo passo a passo.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Pontualidade nas entregas: um legado do eSocial

Um dos principais desafios das organizações é a pontualidade das entregas no Portal do eSocial. No âmbito da Saúde e Segurança do Trabalho, os prazos exigidos pelo Governo para a transmissão das informações podem ter periodicidade de entrega mensal, anual, tempestiva e sob demanda. Esta ação depende do comprometimento e, principalmente, da efetiva comunicação entre as áreas de Recursos Humanos, Fiscal e Saúde e Segurança do Trabalho das empresas. Num processo de admissão de um funcionário, por exemplo, além das informações referentes aos direitos e deveres trabalhistas e previdenciários, haverá a necessidade de informar questões inerentes a aptidão do trabalhador para exercer suas atividades (ASO – Atestado de Saúde Ocupacional), a identificação dos riscos ocupacionais, os responsáveis pelos programas de prevenção de riscos e saúde ocupacional e as condições diferenciadas de trabalho, como periculosidade e insalubridade. Da mesma forma, como nos demais processos – rescisão, retorno ao trabalho, mudança de função e exames periódicos – os prazos deverão ser cumpridos de acordo com sua finalidade. A vantagem para o empregador é a entrega dos documentos envolvidos nos processos junto aos órgãos públicos participantes, que será realizada em um único local dispensando o uso de papéis e formulários. Os empregadores tiveram a oportunidade de conhecer o eSocial em junho de 2013, quando o portal foi disponibilizado para envio das informações do empregado doméstico. Diante disso e das prorrogações de prazo definidas pelo Governo e, ainda, como no mais recente adiamento foi inserido uma etapa para testes e possíveis ajustes, acredito que as empresas terão tempo hábil e êxito na preparação e estruturação para atendimento a legislação. Para isso, devem começar desde já a implementação de ações internas que visem o cumprimento das transmissões das informações no Portal do eSocial. Importante lembrar que o prazo para implantação do eSocial foi prorrogado mais uma vez e a obrigatoriedade só será contada a partir da publicação da versão definitiva do manual de orientação. Ou seja, ainda não existe um layout definitivo estabelecido. E, após seis meses de testes, entrará em vigor, tornando-se obrigatório (julho e setembro de 2015). Considerando que o Governo poderá consultar e cruzar os dados em tempo real, o eSocial tem como proposta fazer cumprir todas as obrigações legais previstas na esfera federal (trabalhista, previdenciária e fiscal). Os órgãos envolvidos: Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, Ministério da Previdência – MPS, Ministério do Trabalho e Emprego – MTE e Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, terão acesso imediato a todas as informações transmitidas no Portal, logo a fiscalização será mais eficaz. Do ponto de vista dos negócios, é possível afirmar que haverá um grande enfoque nas áreas de apoio operacional das organizações, uma vez que os empregadores terão que despender atenção e investimento em recursos e tecnologia de informação com o objetivo de garantir a pontualidade das entregas. Cabe a ressalva que as empresas estarão sujeitas as multas por atraso como já previstas nas legislações previdenciária, fiscal, trabalhista e do FGTS. Com o eSocial, esses prazos serão monitorados mediante o envio das informações por meio do portal. Fonte: http://www.administradores.com.br

sábado, 6 de setembro de 2014

O papel do gestor de RH dentro das empresas

As constantes mudanças no mercado de trabalho fizeram também com que o perfil do profissional de Recursos Humanos mudasse, exigindo mais experiências na área. Atualmente, este profissional precisa ir além da contratação, dos cuidados coma área administrativa da empresa e da folha de pagamento, ele precisa atuar de forma estratégica e integrada aos objetivos da empresa. Os profissionais de RH precisam ter uma visão mais voltada ao crescimento da organização, entender como está o mercado em que a empresa atua e como promover ações que estimulem os colaboradores a produzir mais e com melhor qualidade. Lembrando que o mais importante é manter o espírito de liderança e unir a equipe em prol de resultados em comum. Um diferencial nessa área também, é falar uma segunda língua e possuir uma formação focada em gestão de pessoas. Quanto mais conhecimento o gestor tiver, melhor será sua atuação frente ao seu departamento, e isso garantirá melhor rendimento no trabalho. Sem contar é claro, que conhecer o mercado em que a empresa atua, conhecer os executivos e se inteirar de todas as áreas da empresa será um grande diferencial para conduzir a empresa de forma assertiva. Outra característica muito valorizada pelas empresas é a capacidade que o gestor tem de liderar uma equipe. Um bom gestor deve passar confiança e simpatia para sua equipe. É fundamental que seus colaboradores acreditem e apostem nas metas, valores e objetivos em que a empresa acredita. Fique atento também aos feedbacks vindos dos profissionais que atuam ao seu lado, isso pode contribuir para a melhoria do setor. E principalmente, motive os funcionários. Reconheça o trabalho realizado, ofereça planos de carreira, cursos e programas que possam influenciar na capacitação do profissional. O reconhecimento é a melhor maneira de manter uma equipe satisfeita com o trabalho. Fonte: O papel do gestor de RH dentro das empresas

domingo, 31 de agosto de 2014

Do que precisam as novas LIDERANÇAS?

Muito ouvimos falar dessa nova geração que chega aos postos de liderança cada vez mais rápido. Seguindo o movimento da globalização, tudo muito rápido! E agora, o que fazer? Essa geração precisa desenvolver a consciência que, retiramos da vida exatamente o que depositamos nela. Se depositamos dedicação, é isso que retiraremos. Já foi provado que Liderança pode ou não ser inata e, se não for, há formas de desenvolve-la, mas é necessário dedicação e interesse. Dá algum trabalho; não se engane, mas, o retorno compensa o esforço empregado. Liderança vai muito além da descrição do cargo ou da formação. É expressa em indicadores comportamentais, e esses indicadores podem variar de empresa a empresa, porém, o que não varia é um ponto fundamental que todos buscam.... saber lidar com pessoas, saber lidar com equipes, relações interpessoais. O líder é um visionário que precisa saber vender a sua equipe um sonho que, naquele momento, só é dele e da alta direção, e tem mais, precisa saber fazer com que a equipe sonhe esse mesmo sonho em conjunto. Precisa ser um verdadeiro Maestro! Steve Jobs disse isso de maneira memorável em seu discurso em 2005: “O líder tem que confiar que os pontos, de alguma forma, vão se conectar lá na frente, e precisa vender isso. Você tem que confiar em alguma coisa – seus instintos, seu destino, sua vida, seu karma, o que quer que seja. Esta forma de encarar as coisas nunca me deixou na mão, e fez toda a diferença na minha vida. A única maneira de fazer um trabalho fora-de-série é estar apaixonado pelo que faz. Se você ainda não encontrou sua paixão, continue procurando. Não se acomode.” E seus lideres, como estão? Será que eles estão atuando dessa forma?

sábado, 19 de abril de 2014

11 sinais de que você está desesperado na busca por emprego

Confira comportamentos que os recrutadores encaram como desespero na busca por uma oportunidade profissional e que podem prejudicar a imagem do candidato São Paulo – Superar uma movimentação de mercado desastrada ou o encerramento inesperado de um contrato de trabalho passa necessariamente pelo controle da ansiedade. Muita gente “peca” neste momento ao se entregar ao desespero durante a procura por uma nova oportunidade. E essas pessoas podem comprometer sua imagem, ao tomarem atitudes impulsivamente. Isso não significa que, ao menor sinal de desespero pela conquista de um novo emprego, o candidato será "limado" de um processo seletivo, explica Marcelo Olivieri, gerente executivo de vendas da consultoria de recrutamento Talenses. O risco está mesmo no comportamento que resulta dessa aflição. “A gente entende que é um momento complicado. Mas quando a pessoa não consegue se controlar, pode adotar comportamentos que deixam uma má impressão”, diz Olivieri. EXAME.com pediu ao headhunter que citasse quais são estas atitudes e comportamentos que deixam transparecer o desespero e em que medida elas podem comprometer o sucesso na conquista de uma nova oportunidade. Confira os sinais: 1 Você se candidata para posições muito abaixo da sua qualificação O primeiro indício de desespero por uma recolocação rápida ocorre já na escolha das oportunidades para se candidatar. “Quando a pessoa se candidata para posições muito inferiores ao seu nível de qualificação ou de remuneração é um indício de que está desesperada para conseguir emprego”, diz Olivieri. Do lado das empresas, o receio é que o candidato esteja adotando o lema “trabalho chama trabalho”. “Surge a insegurança em relação à permanência desse profissional, se ele vai ficar apenas até encontrar outra vaga”, diz Olivieri. 2 Você exagera para provar que é perfeito para aquela vaga Na ânsia de mostrar que é a pessoa certa para aquela oportunidade, o risco aqui é exagerar na hora de discorrer sobre seus predicados profissionais. “Às vezes, o profissional cita uma experiência específica e, quando a gente vai checar, não é bem assim como ele contou na entrevista”, diz Olivieri. Mentir é o que mais pode comprometer o candidato neste momento. É o inglês intermediário dito como fluente, é a participação em um projeto transformada em liderança informal, e por aí vai. “É um ponto mais subjetivo. Mas a gente percebe quando a pessoa tenta se vender de forma exagerada”, diz Olivieri. O risco é deixar de ser convidado para outros processos seletivos. “Muitas vezes, para aquela vaga ele não tem qualificação, no entanto, poderia ser convidado para outros projetos. Mas quem adota este tipo de atitude deixa o recrutador com pé atrás”, diz o headhunter. 3 Você é prolixo durante a conversa com o recrutador Transformar a entrevista de emprego em um monólogo sobre suas qualidades profissionais também é indício de desespero que os recrutadores notam, segundo Olivieri. “Muitas vezes são feitas perguntas objetivas ou até mesmo fechadas, com resposta sim ou não, mas o candidato aproveita a sua vez de falar para dizer outras coisas e acaba nem respondendo à pergunta”, diz Olivieri. 4 Você tenta convencer que é apto para a posição quando não é A falta de experiência e de qualificação está explícita no currículo, mas o candidato desesperado tenta convencer de que elas estão lá, em algum lugar da sua trajetória. “Por exemplo, a oportunidade é para vendas, o candidato tem currículo todo na área marketing e tenta convencer que deve ser considerado no processo porque tem as características para aquela posição”, diz Olivieri. Nesse momento, a luz vermelha se acende: mais do que uma transição de carreira, o profissional está buscando o que vier pela frente. “A gente vê que se fosse uma vaga pra engenharia, ele falaria a mesma coisa”, diz. 5 Você não aceita não como resposta Um indício muito comum de desespero, diz o headhunter da Talenses, é não receber bem o feedback de um processo seletivo quando ele é negativo. “Na hora de ligar para avisar que o candidato não foi selecionado para a posição, ele ainda tenta convencer de que está apto para a função. Isso é mal visto”, cita Olivieri. 6 Você diz na entrevista que precisa do emprego e pede ajuda O auge do desespero é dizer ao entrevistador que precisa muito do emprego e coroar a frase com um sonoro “por favor, ajude-me”. “A gente entende que é uma situação difícil, mas pedir ajuda é muito ruim e antiprofissional”, lembra Olivieri. 7 Você usa problemas pessoais para comover o recrutador Contas atrasadas, doença ou problemas na família são situações que tiram o foco de qualquer pessoa. Mas construir um discurso recheado de lamúrias e se colocar no papel de vítima só vai arranhar a sua imagem, segundo o especialista. “Tem candidato que usa problemas pessoais na tentativa de fazer com que o recrutador se sinta na obrigação de evoluir com ele no processo seletivo”, diz Olivieri. O especialista destaca que problemas pessoais só devem ser postos à mesa durante a entrevista quando fizerem sentido. “Por exemplo, se for uma posição que exija disponibilidade para viagens, faz sentido dizer que não está tão disponível porque tem um familiar que está muito doente”, explica. 8 Você liga insistentemente para o recrutador É interessante entrar em contato com o recrutador após a entrevista, mas tem gente que vai ao extremo da insistência. E quem faz isso acaba se “queimando”. “Já aconteceu de pessoas que me ligavam de duas a três vezes ao dia para saber se já havia resposta. Até mensagem por Whatsapp me mandavam”, conta Olivieri. O resultado de um processo seletivo envolve reuniões e decisões que um conjunto de pessoas, lembra o headhunter. “E, por isso, muitas vezes atrasa”, diz. Paciência é uma virtude, não se esqueça. 9 Você chega muito antes do horário da entrevista e já avisa que está lá Neste caso, trata- se apenas de um indício de ansiedade e não há nada que desabone o candidato, apenas pelo fato de chegar muito mais cedo à entrevista. “Às vezes a entrevista é às 14h e ao meio-dia a recepção já avisa que o candidato está esperando”, diz Olivieri. Para quem não quer correr o risco de atrasar e, por isso, prefere chegar bem antes ao local, Olivieri recomenda esperar um pouco antes de avisar a recepção. “O candidato pode aproveitar, para tomar um café”, diz. 10 Você deixa transparecer nervosismo fora do comum Ansiedade é comum, mas perder o controle emocional durante a entrevista só vai prejudicá-lo, segundo Olivieri. Mão trêmula, perna que não para de balançar, palavras que somem da mente são aspectos que deixam explícito o nervosismo. E quando as emoções passam do limite aceitável, o risco é não conseguir mostrar todo o seu potencial durante a entrevista. 11 Pressionar o recrutador após a entrevista A entrevista mal terminou e antes de estender a mão para o recrutador o candidato já quer saber se tem chances de aprovação. Está criada uma saia justa para o entrevistador. “Tem candidato que pressiona, quer saber se ele tem o perfil da posição e se será aprovado para a próxima etapa”, diz Olivieri. Por mais curioso que você esteja, vale lembrar que outras pessoas ainda podem ser entrevistadas o que pode permitir reviravoltas no processo. Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/11-sinais-de-que-voce-esta-desesperado-na-busca-por-emprego?page=2

quarta-feira, 16 de abril de 2014

PARA REFLETIR: Compromisso ou Comprometimento?

O texto abaixo é muito bacana no meu modo de pensar. Aproveito o mesmo e coloco uma questão para que todos reflitam, após a leitura do mesmo. E nós estamos compromissados ou comprometidos? Compromisso e comprometimento são coisas diferentes. As empresas não querem compromisso, querem comprometimento! O compromisso pode ser estabelecido pelo contrato de trabalho ou um pacto entre os membros de uma equipe; ele estabelece apenas o que deve ser feito. Comprometimento é engajamento, é um estado de espírito, reflete a garra e determinação com que as pessoas farão o que deve ser feito. Pessoas comprometidas não se contentam em fazer apenas o que se espera delas; elas querem fazer o melhor, superar a si mesmas. Quando estamos comprometidos, não vemos o tempo passar. Nos dedicamos por inteiro. Sentimos prazer em realizar tarefas e executar projetos. Comprometimento está intimamente ligado ao prazer. Ele nasce do entusiasmo e o alimenta ainda mais. Pessoas comprometidas são mais valorizadas. Na ausência do comprometimento, as pessoas não dão seu máximo, ao contrário, fazem o mínimo necessário, não desprendem esforços extras para a vitória da equipe; estão focadas em outras coisas. Comprometimento envolve consideração e respeito pelos colegas e pela atividade, considerando seus aspectos éticos, proatividade, cumprimento das metas e prazos, superação de dificuldades e prestação de contas no amplo contexto de suas responsabilidades. Seja comprometido. Seu comprometimento o levará aonde nenhuma outra competência poderá levá-lo sozinha. Um grande abraço e muito sucesso! Carlos Hilsdorf)