domingo, 11 de janeiro de 2015

Como procurar emprego no LinkedIn

Dicas de como PROCURAR EMPREGO no LinkedIn. Em muitas situações, saber como PROCURAR EMPREGO no LinkedIn de forma mais técnica, pode fazer toda a diferença na hora de conseguir uma nova colocação no mercado de trabalho. Diariamente são publicadas milhares de ofertas de trabalho no LinkedIn e o que a princípio poderia ser uma vantagem, acaba confundindo muita gente. Antes de nos estendermos na discussão sobre como PROCURAR EMPREGO no LinkedIn, não custa nada lembrar que se você deseja deixar essa tarefa menos árdua, é importante que você comece com a sua estratégia de marketing pessoal no LinkedIn antes de se deparar com essa situação. Por onde começar a busca por emprego no LinkedIn Em primeiro lugar, se você quiser saber como procurar uma vaga de trabalho no LinkedIn de forma mais eficiente, minha primeira dica é: Organize-se! Você deverá criar algumas rotinas e até mesmo automatizar algumas delas para poupar tempo e criar critérios mais focados para essa busca. De nada adianta sair atirando para todos os lados, muito pelo contrário, você poderá até mesmo prejudicar sua imagem. Preparação psicológica Uma situação de desemprego é traumática para qualquer pessoa e por isso o primeiro passo para quem está em busca de uma vaga de trabalho no LinkedIn é ter calma e paciência, porque o LinkedIn não é uma maquininha de colocação de profissionais no mercado de trabalho. Os resultados podem demorar algum tempo, mas se você for metódico em sua busca esse prazo será sensivelmente reduzido e as oportunidades de trabalho que aparecerão serão bem mais qualificadas. Organize a sua busca Uma das aplicações mais importantes para quem está em busca por uma vaga de trabalho no LinkedIn. Embora seja visto apenas como uma rede social, o LinkedIn também é uma poderosa ferramenta de buscas – veja mais em Como Fazer Buscas no LinkedIn. Portanto, a primeira coisa que você deve fazer é definir quais são as buscas por vagas de emprego que você deseja fazer e gravar estas buscas. O LinkedIn oferece a você opções de pesquisa utilizando diversos filtros como: Localização da vaga Empresa que a disponibiliza Segmento de atuação Data de publicação da vaga Remuneração oferecida Palavras-chave Estruturada a pesquisa, para poupar tempo e ser mais preciso, você deve gravar estas pesquisas e configurar o LinkedIn para que ele lhe envie um e-mail quando for publicada uma nova oferta de emprego que se encaixe nos filtros que você definiu. Pronto, uma verdadeira Seek a Job Machine. Siga as empresas de seu interesse Aproveite quando estiver fazendo suas buscas para seguir as empresas que são de seu interesse. Fazendo isso você poderá acompanhar de forma mais precisa a publicação de vagas nessas empresas. Embora isso deva fazer parte da sua estratégia de atuação em termos de LinkedIn, em uma situação de busca por uma nova colocação essa é uma função crítica. As Paginas Empresariais do LinkedIn funcionam também como uma ótima referência sobra a empresa e suas propostas. O marketing corporativo no LinkedIn ganha a cada dia mais força e isso vem fazendo com que as empresas invistam bastante em suas páginas corporativas no LinkedIn oferecendo cada vez mais informações como por exemplo, vagas disponíveis. Diariamente são publicadas milhares de vagas no LinkedIn e quando você passa a seguir as empresas recebe automaticamente notificações sobre essas publicações. Para quem quer saber como PROCURAR EMPREGO no LinkedIn essa é uma dica de ouro. Intensifique seus contatos A fórmula do sucesso em qualquer área do LinkedIn pode ser resumida em uma única palavra: Relacionamento. Para quem pensa adiante, pode-se dizer que o relacionamento é o verdadeiro Seguro Desemprego do LinkedIn. Por isso, uma das primeiras coisas a fazer quando se está PROCURANDO EMPREGO no LinkedIn é intensificar seus relacionamentos. Deixe o Facebook um pouco de lado e passe mais tempo administrando e trabalhando sua rede de relacionamentos no LinkedIn. Interaja mais na rede, tenha uma participação mais ativa em Grupos e atualize seu status com maior frequência. Quando você está em busca de uma vaga de trabalho no LinkedIn você está precisando do máximo de exposição possível, por isso é tão importante que você estreite seus pontos de contato na rede para atingir este objetivo. Só tome cuidado para não exagerar e se tornar uma presença inconveniente. Participe dos Grupos do LinkedIn Se você ainda não incluiu a participação em Grupos do LinkedIn em sua estratégia de marketing pessoal na rede, a hora é agora. Uma das funções dos Grupos em uma estratégia de marketing pessoal no LinkedIn é expor suas habilidades e quando se está buscando uma nova colocação isso é extremamente importante. Além dessa exposição, nos Grupos você também encontra uma aba na parte superior onde são exibidas vagas postadas por participantes do grupo. Participando de grupos ligados à sua área de interesse, suas chances de encontrar uma boa colocação aumentam. Agora que você já sabe como PROCURAR EMPREGO no LinkedIn, basta colocar a mão na massa e começar desde já a estruturar o seu perfil e ferramentas de relacionamento na rede para não ser pego de surpresa. Fonte: http://cursodelinkedin.com.br/como-procurar-emprego-no-linkedin/

RH com Você: O que você não deve fazer em uma entrevista

Para os leitores e amigos de plantão, segue matéria importante. O mercado de trabalho está saturado em algumas áreas, concorrido em muitas e competitivo entre dezenas de profissionais para uma única vaga. Existem algumas atitudes e comportamentos que são imperdoáveis em uma entrevista de emprego. Chegar atrasado, falar mal da empresa anterior ou não deixar o entrevistador falar são exemplos de atitudes que podem tirá-lo do processo. Assim, muitos candidatos acabam perdendo boas oportunidades de emprego por falta de conhecimento em determinado assunto, falta de atenção ou falta de foco. Confira 12 dicas do que você NÃO deve fazer para seguir no processo seletivo: 1. Não chegue atrasado de maneira alguma. Pesquise o caminho antes e procure chegar ao local com pelo menos 15 minutos de antecedência; 2. Não cometa excessos na roupa, no perfume e acessórios. Use roupas discretas e confortáveis, pesquise antes sobre a cultura da empresa para não cometer nenhuma gafe. 3. Não chegue “cru" na entrevista. Visite o site da empresa, converse com conhecidos, investigue qual o negócio da empresa, tipos de produtos e serviços, concorrentes e particularidades do mercado. Evite perguntar sobre coisas que deveria ter pesquisado antes. 4. Não minta ou esconda informações. Jamais! Todo seu histórico profissional pode ser (e será) investigado depois. Coloque suas experiências sem exageros, destacando suas principais atividades e os resultados que você conseguiu atingir; 5. Não fale demais nem de menos. Saiba perguntar quando for preciso, e responder sempre o que for perguntado; 6. Não atue! Não tente ser algo que não é. A empresa procura o “candidato ideal”, porém, você precisa buscar uma empresa que seja “ideal” também. Sendo verdadeiro, a chance de sucesso e de crescimento será bem maior. 7. Não use frases prontas ou decore respostas. Nada pior do que um candidato “boneco”. Tenha em mente o que pode ser respondido, mas aja sempre com naturalidade e entusiasmo. Não ignore nenhuma perguntou ou mude de assunto de repente, sinta que o assunto ficou bem esclarecido; 8. Não fale mal das outras empresas que você trabalhou. Isso também vale para o ex-chefe e colegas de trabalho. Esse erro é FATAL! 9. Não arrume desculpas ou culpados para possíveis falhas que possa ter tido na carreira, se perguntar por que você saiu do último emprego e tiver sido demitido, explique o motivo sucintamente e pronto; 10. Não use gírias, brincadeiras de baixo calão e palavrões na entrevista, por mais informal que seja o entrevistador. Muitos recrutadores “dão corda” para testar o candidato e ver até onde ele pode ir. Evite forçar intimidade também, nada de “tapinha nas costas” e coisas do tipo; 11. Questione sobre o salário e benefícios apenas quando o recrutador introduzir o assunto, geralmente é no início para analisar se o candidato terá real interesse ou no encerramento da entrevista; 12. Não saia da entrevista com dúvidas sobre a vaga, atividades e responsabilidades. Perguntar não é pecado, questione também! Abraços e sucesso! RAFAEL MENDES Coach de Carreira e Consultor em Gestão de Pessoas E-mail: contato@rhcomvoce.com Site: www.rhcomvoce.com Fonte: http://www.meganesia.com.br/rh-com-voce-artigo-o-que-voce-nao-deve-fazer-em-uma-entrevista.html

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

VOCÊ CONHECE SOBRE O SEU TRABALHO OU SE DEDICA EM SABER?

Por Sergio Ferreira Pantaleão A atuação em qualquer carreira profissional parece ser bem difícil para quem nunca trabalhou antes ou para quem, ainda que tenha tido alguma experiência profissional, tenha optado por uma função diferente da qual ingressou no mercado de trabalho. A expectativa gerada por desconhecer uma atividade, a política ou o ambiente da empresa, bem como os colegas de trabalho são fatores preocupantes para qualquer profissional até que as coisas se ajeitem e você começa a se sentir "mais em casa", como um membro da organização, uma engrenagem com a qual a empresa precisa para caminhar. Superada esta fase inicial, começamos a observar as coisas com um olhar mais crítico ou, pelo menos, deveríamos agir desta forma, já que conhecemos - ainda que superficialmente - o processo do trabalho no setor que atuamos. Por óbvio esta crítica deve ser sempre no sentido de melhorar o que estamos fazendo, diminuindo o tempo gasto com as tarefas, o custo com matéria prima e aumentando a eficiência de nosso trabalho e de nossa equipe. O problema está nos casos onde a pessoa não se interessa pelo que faz e, parecendo viver alheio ao seu trabalho, não conhece o motivo da queda de vendas, o que gerou o aumento dos encargos da folha de pagamento, a perda de qualidade de um produto final, o aumento de sucata ao final de um processo de produção, enfim, desconhece e não busca conhecer de seu trabalho. A fim de contribuir com o debate, tive a oportunidade de trabalhar com grandes profissionais em diversas empresas ao longo da carreira e em uma dessas empresas, um amigo, gerente de uma indústria de cabos, utilizava um método bem peculiar para despertar nos grupos de trabalho fabril um maior interesse pelo desempenho de sua equipe ao longo do mês. A empresa se utilizava de vários apontamentos para demonstrar, por meio de relatos, números e gráficos, os principais problemas ocorridos ou as melhorias realizadas que contribuíram para o aumento da produção. A fábrica trabalhava 24 horas e era composta por várias equipes que se revezavam para atender os 3 turnos existentes. Esperava-se que todos os membros da equipe de cada turno conhecesse de tudo o que acontecia durante sua jornada de trabalho. Nas reuniões mensais, realizadas por todo o grupo de fábrica em um auditório, cada equipe (composta por 8 a 12 pessoas) tinha a responsabilidade de desenvolver mensalmente seus próprios gráficos, apontando os problemas ocorridos e suas causas ou as soluções encontradas e a técnica de melhoria utilizada pela equipe. Nesta reunião o gerente de fábrica sorteava a ordem de apresentação das equipes para falar dos números apontados durante o mês (quantidade produzida, aumento ou diminuição de sucata, melhoria nas máquinas e equipamentos, ideias para melhorar o ambiente de trabalho e diminuir o número de acidentes entre outras informações pertinentes). A grande diferença, que para muitos era uma grande dor de cabeça, é que o gerente saía pelo auditório com um pequeno jacaré de brinquedo que tinha vários dentes. Cada membro da equipe era convidado a apertar um dos dentes do jacaré. Seria o indicado a apresentar os números da equipe a toda a fábrica o empregado que apertasse o dente e fosse abocanhado pelo jacaré. No início as pessoas foram surpreendidas pela dinâmica apresentada e, inevitavelmente, vários empregados simplesmente diziam que não sabiam falar sobre os números apontados por sua equipe, já que apenas um ou dois do grupo, que conheciam de planilhas eletrônicas, eram os responsáveis por levantar os números e desenvolver os gráficos. Esta era uma forma bastante sadia de envolver as pessoas, bem como provocava a interação entre os turnos, mostrando que os empregados precisavam estar inteiramente envolvidos com o seu trabalho, com o desempenho de sua equipe e consequentemente com o desempenho da empresa como um todo. Quando você está propenso a se expor ou a expor sua equipe você passa buscar mais informações e se interar das suas atividades, a cuidar do colega de trabalho que parece alheio ao que está acontecendo, a envolver a equipe na busca de um melhor resultado e passa, consequentemente, a atingir suas metas gradativamente. Se não conhece de seu trabalho ou não se dedica em saber, fique alerta. Dizer que conhece da atividade porque faz tudo o que o chefe determina pode ser um perigo para sua vida profissional. Esse "conhecer" está além do que está normatizado internamente ou que foi ordenado pelo chefe. É preciso estar à frente, buscar novas alternativas de fazer seu trabalho, "subir a montanha" e ter uma visão a partir do todo para despertar soluções diferentes do que normalmente se enxerga. Relatei este fato apenas para demonstrar que muitas vezes ficamos estagnados esperando ser abocanhados pelo jacaré, esperando alguma provocação para só então reagir. Mas é preciso cuidado, primeiro porque o jacaré pode passar ao nosso lado e sequer esboçar reação, imaginando que somos apenas uma estátua e segundo, ainda que possamos despertar alguma reação e provocar a mordida do jacaré, perderemos nossa perna e não conseguiremos dar aquele passo que deveríamos ter dado já há muito tempo. Seja proativo e faça o que precisa se feito. Por mais que você não esteja atuando na função ou na profissão que deseja, conheça e dê o máximo de si, utilize-a como uma ferramenta para alcançar aquilo que almeja. O interesse naquilo que, a princípio não seja sua meta, pode ser visto pela organização como o diferencial que o levará a alcançar até o que não imaginava. Fonte: Guia Trabalhista

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Turnover, Absenteísmo e Motivação

Os Problemas Turnover Turnover ou rotatividade, no contexto de Recursos Humanos, refere-se à relação entre admissões e demissões ou à taxa de substituição de trabalhadores antigos por novos - de uma organização. Normalmente é expressa em termos percentuais. Pode ser também um indicador de saúde organizacional. O turnover é geralmente considerado como um indicador importante de saúde organizacional. Considera-se que o turnover deve ser controlado de modo a manter o capital intelectual da empresa e evitar grandes impactos sobre os custos da organização (custo de recrutamento, seleção e treinamento). Absenteísmo. O termo absenteísmo ou absentismo é usado para designar as ausências dos trabalhadores no processo de trabalho, seja por falta ou atraso, devido a algum motivo interveniente. O absenteísmo ou ausentismo é a freqüência ou duração de tempo de trabalho perdido quando os empregados não vão ao trabalho. O absenteísmo constitui a soma dos períodos em que os funcionários se encontram ausentes do trabalho, seja ela por falta ou algum motivo de atraso. A Solução. Motivação É uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interior, ou seja, que está dentro de cada particular erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo. O nível de motivação é influenciado por diversos fatores como a personalidade, percepções individuais do meio ambiente, interações humanas e emoções. A motivação para a assiduidade é afetada pelas praticas organizacionais, como por exemplo, recompensas e punições ao absenteísmo. As organizações bem-sucedidas estão incentivando a presença e desestimulando as ausências ao trabalho através de praticas gerenciais e culturais que privilegiam a participação, ao mesmo tempo em que desenvolvem atitudes, valores e objetivos dos funcionários favoráveis a participação. Gerando assim maior satisfação da parte dos funcionário Para Pensar ... Por que em vez de punições e correções, não investir tempo e esforço em qualificação para os funcionario? Por que em vez de advertencias sem causa, não procuramos saber se não há problemas serios com este funcinario? Por que em vez de dar só broncas não parabenizamos de vez em quando? Por que em vez de prometer descontar, não prometemos bonificar? Por que em vez de sempre impor o risco de demissão, não lhe mostramos a possibilidade de promoção? Ao responder estas perguntas você tera a resposta para melhorar os indices de sua empresa. Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

domingo, 14 de setembro de 2014

Ninguém é Insubstituível

Ninguém é Insubstituível Na sala de reunião de uma multinacional, o diretor fala nervoso com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e olhando nos olhos de cada um ameaça: - Ninguém é Insubstituível! A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido e diz: - Alguma pergunta? - Tenho sim. E Beethoven? - Como? O encara o diretor confuso. - O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven? Silêncio… O funcionário fala então: - Ouvi essa história esses dias, contada por um profissional que conheço e achei pertinente falar sobre isso. Afinal empresas tentam descobrir talentos, reter talentos, mas no fundo continuam achando que os profissionais são simples peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: - Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? … O rapaz fez uma pausa e continuou: - Esses talentos marcaram a história fazendo o que gostavam e o sabiam fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. Mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus ‘erros ou deficiências’. Nova pausa e prosseguiu: - Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO, se PICASSO ERA INSTÁVEL, CAYMMI PREGUIÇOSO, KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto. Dentro do assunto, o rapaz continuava. - Se um gerente ou coordenador está focado em ‘melhorar as fraquezas’ de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’ que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. Em sua gestão o mundo PERDERIA todos esses talentos. - Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos, não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens ou mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões ‘foi pra outras moradas’. Ao iniciar o programa seguinte, o Didi entrou em cena e falou mais ou menos assim: “Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão Zacarias… e hoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM… Pois nosso Zaca é insubstituível”, concluiu o rapaz e o silêncio foi total. Conclusão: Você é um talento único e, certamente, ninguém o substituirá! “Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo…, mas posso fazer muitas coisas. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso e bem”. No mundo sempre existirão pessoas que vão amá-lo pelo que você é e outras que vão odiá-lo pelo mesmo motivo; acostume-se a isso. Valorize-se! E valorize quem está a sua volta. Um forte abraço a você, pessoa insubstituível! José Humberto Araújo Martins

sábado, 13 de setembro de 2014

Crescer com Simplicidade: Eis o maior desáfio

Todos querem crescer profissionalmente. Cada um tem o seu sonho: enquanto uns têm como meta trabalhar em outro país, outros desejam chegar logo a um cargo de gestão. Há quem queira o negócio próprio, outros não se contentarão com nada menos que o cargo de CEO. Muitos profissionais acabam perdendo o foco quando têm objetivos de longo prazo para a carreira. A maioria se esquece do hoje. É bom se perguntar “o que eu posso fazer aqui e agora para atingir a minha meta?”. Se ela for trabalhar em outro país, experimente estudar mais de um idioma e se preparar para disputar oportunidades em uma multinacional que ofereça essa alternativa. Para um dia assumir um cargo de gestão, converse com seus superiores e entenda o que é preciso desenvolver no seu perfil para chegar lá. Já para chegar a CEO…bom, é preciso dar um passo de cada vez. O mundo em que vivemos é marcado por um estado de constante ansiedade e ambição por grandes projetos. O desafio de viver em um cenário como o atual é o da simplicidade: é preciso saber que conseguiremos alcançar a nossa meta através de pequenas vitórias cotidianas. Entregar resultados consistentes, bater metas e garantir performances pessoais e da equipe acima da média levam ao sucesso através de um trabalho estruturado e esforços diários. Usando ainda o exemplo do CEO – cada um dos presidentes de empresas tem uma história e uma trajetória. Nenhuma delas é igual, mas certamente todos eles precisaram passar por muitas etapas antes de chegar ao topo. Estudaram, erraram e acertaram, desenvolveram seu lado comportamental, fizeram negócios com muita gente diferente, foram gestores de equipes diversas…aprenderam com a prática de todos os dias. É bom ter uma meta ousada para a carreira. Mas é preciso tomar cuidado para que a visão de longo prazo não comprometa o nosso dia a dia. Afinal de contas, o caminho é longo, mas precisamos percorrê-lo passo a passo.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Pontualidade nas entregas: um legado do eSocial

Um dos principais desafios das organizações é a pontualidade das entregas no Portal do eSocial. No âmbito da Saúde e Segurança do Trabalho, os prazos exigidos pelo Governo para a transmissão das informações podem ter periodicidade de entrega mensal, anual, tempestiva e sob demanda. Esta ação depende do comprometimento e, principalmente, da efetiva comunicação entre as áreas de Recursos Humanos, Fiscal e Saúde e Segurança do Trabalho das empresas. Num processo de admissão de um funcionário, por exemplo, além das informações referentes aos direitos e deveres trabalhistas e previdenciários, haverá a necessidade de informar questões inerentes a aptidão do trabalhador para exercer suas atividades (ASO – Atestado de Saúde Ocupacional), a identificação dos riscos ocupacionais, os responsáveis pelos programas de prevenção de riscos e saúde ocupacional e as condições diferenciadas de trabalho, como periculosidade e insalubridade. Da mesma forma, como nos demais processos – rescisão, retorno ao trabalho, mudança de função e exames periódicos – os prazos deverão ser cumpridos de acordo com sua finalidade. A vantagem para o empregador é a entrega dos documentos envolvidos nos processos junto aos órgãos públicos participantes, que será realizada em um único local dispensando o uso de papéis e formulários. Os empregadores tiveram a oportunidade de conhecer o eSocial em junho de 2013, quando o portal foi disponibilizado para envio das informações do empregado doméstico. Diante disso e das prorrogações de prazo definidas pelo Governo e, ainda, como no mais recente adiamento foi inserido uma etapa para testes e possíveis ajustes, acredito que as empresas terão tempo hábil e êxito na preparação e estruturação para atendimento a legislação. Para isso, devem começar desde já a implementação de ações internas que visem o cumprimento das transmissões das informações no Portal do eSocial. Importante lembrar que o prazo para implantação do eSocial foi prorrogado mais uma vez e a obrigatoriedade só será contada a partir da publicação da versão definitiva do manual de orientação. Ou seja, ainda não existe um layout definitivo estabelecido. E, após seis meses de testes, entrará em vigor, tornando-se obrigatório (julho e setembro de 2015). Considerando que o Governo poderá consultar e cruzar os dados em tempo real, o eSocial tem como proposta fazer cumprir todas as obrigações legais previstas na esfera federal (trabalhista, previdenciária e fiscal). Os órgãos envolvidos: Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, Ministério da Previdência – MPS, Ministério do Trabalho e Emprego – MTE e Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, terão acesso imediato a todas as informações transmitidas no Portal, logo a fiscalização será mais eficaz. Do ponto de vista dos negócios, é possível afirmar que haverá um grande enfoque nas áreas de apoio operacional das organizações, uma vez que os empregadores terão que despender atenção e investimento em recursos e tecnologia de informação com o objetivo de garantir a pontualidade das entregas. Cabe a ressalva que as empresas estarão sujeitas as multas por atraso como já previstas nas legislações previdenciária, fiscal, trabalhista e do FGTS. Com o eSocial, esses prazos serão monitorados mediante o envio das informações por meio do portal. Fonte: http://www.administradores.com.br