quinta-feira, 8 de julho de 2010

A Grande Mudança

Por Max Gehringer

Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar.
Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando.

Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele.

Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu.. . A primeira pulga explicou porquê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos.
... Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar.
Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha: - Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas. quiseram saber as pulgonas...

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias

ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse:
"Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança".

MORAL DA HISTÓRIA:

Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

O que é Tecnologia?

Tecnologia é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento. Dependendo do contexto, a tecnologia pode ser:
As ferramentas e as máquinas que ajudam a resolver problemas; As técnicas, conhecimentos, métodos, materiais, ferramentas, e processos usados para resolver problemas ou ao menos facilitar a solução dos mesmos;
Um método ou processo de construção e trabalho (tal como a tecnologia de manufatura, a tecnologia de infra-estrutura ou a tecnologia espacial);
A aplicação de recursos para a resolução de problemas;
O termo tecnologia também pode ser usado para descrever o nível de conhecimento científico, matemático e técnico de uma determinada cultura;
Na economia, a tecnologia é o estado atual de nosso conhecimento de como combinar recursos para produzir produtos desejados (e nosso conhecimento do que pode ser produzido).
A tecnologia é, de uma forma geral, o encontro entre ciência e engenharia. Sendo um termo que inclui desde as ferramentas e processos simples, tais como uma colher de madeira e a fermentação da uva, até as ferramentas e processos mais complexos já criados pelo ser humano, tal como a Estação Espacial Internacional e a dessalinização da água do mar. Freqüentemente, a tecnologia entra em conflito com algumas preocupações naturais de nossa sociedade, como o desemprego, a poluição e outras muitas questões ecológicas, filosóficas e sociológicas.

e a copa segue..

Olá pessoas!

Então a copa segue seu rumo cada dia com mais surpresas e que surpreas heim. Gana passando das oitavas, Uruguai depois de mtos anos, paraguai e japão que gratas surpresas, pois estão evoluindo muito no futebol e um deles infelizmente terá de ficar nas oitavas. Brasil, ufá, passamos pras quartas. Um pesar tava animado com Chile, mas sou brasileiro. E a Argentina que pedreira vai ter pela frente. será que vai pagar o preço do gol de mão de 90 ou errei de ano? desculpem se sim....mtos detalhes...kkkkkkk...então portugal e espanha quem passa? hummm..acho q um dos dois...hahahahha....Espanha que decepcionou no inicio, começou a mostrar as garras. sei não heim...mas ainda acho q teremos surpresas nessa fase final..

Keria estar com Gana nesse Mundias mas é complicado pegaram logo o Uruguai ..mas vamos ver.Brasil e Holanda..eita lêlê...vai ser bomba....se passarmos não duvido q sejamos campeões...calma se passarmos..heim...rs....mas to sentindo cheiro de Alemanha no Ar africano heim....ao menos se derrotarem a argentina ai sim.....do contrário....vamos aguardar....abraço

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Copa do Mundo Africa 2010

Olá Pessoal!

Copa do mundo em fim chegou. era grande a expectativa, principalmente para nós brasileiros para conquista de mais um Mundial. pois é para muitos o brasil seria a grande atração/estrela dessa copa, já para outros, Alemanha, Argentina e Espanha. Passado a primeira fase/rodada da copa, alguns seleções se destacaram e outrs nem tanto(caso nossso brasil..rsrs.). Acompanhei alguns jogos, alguns tipo, todos da primeira rodada..rsrs....e para mim Alemanha foi a que melhor se destacou com futebol de belos toques, rapidos e gols que é o principal. Outros para mim tbém se destacaram como Argentina, Holanda, Gana, mexico(mesmo empatando na primeira rodada. Agora outros ainda não engrenaram apesar de vencerem não mostraram futebol convincente, como o Brasil, apesar de ter ganho, faltou um pouco de ousadia e por pouco não fomos surpreendidos. Outra decepção, talvez a principal delas foi a Espanha que mesmo jogando razoavelmente bem, não convenceu e pior perdeu logo na primeira rodada. Algumas seleções mesmo não sendo citada por alguns, no meu ponto de vista mostraram ótimo futebol, caso do Chile, com futebol rápido, belos toques e saida rapida de bola, defesa meio e ataque. confesso que gostei do Chile...alguma suspeita? nada a ver...rs...
Bom...começou a segunda fase e com ela os gols que faltaram na primeira (1,56 de media, a pior da primeira fase em todas as copas)mas a segunda já esta nos animando, pior porque Argentina goleou(apesar de ainda não ter jogado com seleçoes de maior gabarito) e alegria pois França perdeu(mto bom). Resta para nós torcer para que o Brasil mostre nos proximos jogos um futebol mais convincente de modo que possamos sonhar com o Hexa, apesar de já ter comigo que esse titulo não será nosso. Ops calma é só uma ideia...não iriamos ganhar na Africa e no Brasil seguidamente ou iriamos? Não creio porque no futebol tem de tudo(ou fora dele). Abraços e Boa sequência de copa.
Viva as Vuvuzelas.....

domingo, 23 de maio de 2010

O que te Faz Feliz?

O que? heim? O que te faz feliz? Um abraço, um carinho, Um bom emprego, salário alto, um lugar maravilhoso pra se viver, uma namorada bonita, ou a certeza de ter muitos amigos? cada um tem uma explicação pra se sentir feliz não é? então porque tantas pessoa só vivem reclamamando de tudo? do emprego que tá uma merda, salário baixo, entre outras coisas. Engraçado né como o ser humano tem essa capacidade ou cultura de nunca estar satisfeito com nada..não acham? ou você não é assim? estamos acostumados com o comodismo, com o ter as coisas sempre a nosso alcance e esquecemos que na maioria das vezes para querer algo que possa nos fazer crescer e sermos felizes, precisamos levantar a famosa 'bunda da cadeira' e dar nossos 'pulos' para agarrar uma oportunidade nova, certo? então sejamos mas criticos quanto a nossas atitudes e perspectivas de querer que a felicidade chega até nós sem termos que buscá-la mas sim correr atrás dessa tal 'felicidade', só assim seremos verdadeiramente felizes. é isso ai....abraço a todos... Humberto

sábado, 1 de maio de 2010

O profissional de DP na evolução histórica do RH e seu perfil atual

Jorge Jubilato

Mestre em Administração com linha de pesquisa em Gestão de Pessoas e Organizações pela UMESP - Universidade Metodista do Estado de São Paulo. Atua a mais de 14 anos na área de RH, ocupando função executiva em empresas multinacionais e nacionais (Grupo Carrefour e Fast Shop). É Professor Universitário, ministrando disciplinas relacionadas a área de Recursos Humanos, Administração e Gestão do Conhecimento, para os cursos de graduação e pós-graduação, tendo lecionado na UNIB - Universidade Ibirapuera, UNINOVE - Universidade Nove de Julho e Universidade Anhanguera. Participa de grupos de discussões acadêmicas e empresariais, sendo associado do CEAP-RH (Centro de Estudos Avançados de Profissionais de RH) e sócio fundador do IBRET (Instituto Brasileiro de Relações de Emprego e Trabalho), com sede na USP.
+ textos de Jorge Jubilato

O profissional de Departamento Pessoal existe antes mesmo da própria área de Recursos Humanos, onde posteriormente, foi "absorvido", por esta. Na verdade sua existência confunde-se com a origem da área de Recursos Humanos. A administração de RH evoluiu de tal forma que agregou muitas outras atividades, inclusive às inerentes ao Departamento Pessoal, de modo que hoje, esse departamento é citado por muitos autores como simplesmente uma área de "pagadoria", longe da complexidade estratégica do RH, que conhecemos atualmente. Mas será que o DP também não pode ser estratégico?
Para elucidar a evolução do DP em RH Estratégico, vamos apresentar resumidamente os principais pontos deste desenvolvimento, abordando-o em suas quatro fases.

Fase 1 - Gestão de Pessoas como Departamento Pessoal

As atividades de pessoal eram executadas por um contador (isto ainda ocorre em micros e pequenas empresas) e se resumiam à admissão, ao pagamento e à demissão. As leis não existiam e predominava o poder do empregador. Com o tempo, passou-se a exigir dos empregados algumas referências de trabalhos anteriores, alguma documentação, alguma habilitação.

No "Estudo de Tempos e Movimentos", de F.W. Taylor (1856-1915) que analisava os movimentos e o tempo que os empregados levavam para realizar suas tarefas, baseado apenas no rendimento, o qual tornou desumano o trabalho, mecanizando o homem, fez com que tivesse o mérito de indicar o caminho do desenvolvimento da área de Recursos Humanos.

Fase 2 - Gestão de Pessoas como Gestão do Comportamento Humano

No Brasil, ela data de 1930, quando surgiram as primeiras leis trabalhistas. A partir desta fase, passa a existir a figura do "Chefe de Pessoal". Dele esperava-se o conhecimento da legislação trabalhista, pois mantinha atualizados os registros, os quadros e as relações exigidas por lei, visando evitar problemas para o empregador. Nesta época, achava-se que o homem ideal para a área de RH era o bacharel em Direito. Nos anos de 60 e 70, predominou a escola de relações humanas, onde reconheceu a importância de levar o gerente de linha a exercer adequadamente seu papel constituindo a principal preocupação, da então, área de Recursos Humanos.

Fase 3 - Modelo Estratégico de Gestão de Pessoas

Nas décadas de 70 e 80, o foco do RH passou a ser o caráter estratégico. Os planos estratégicos dos vários processos de gestão de Recursos Humanos seriam derivados das estratégias corporativas da empresa. A principal responsabilidade da Gestão de Recursos Humanos era integrar suas áreas entre si e com a estratégia corporativa da empresa.

Fase 4 - Gestão de Pessoas como Vantagem Competitiva

A partir de então, a área de RH passa a fazer referência à questão da competitividade e da agregação de valor para o negócio e os clientes. Segundo Porter (1989), "a gerência de Recursos Humanos afeta a vantagem competitiva em qualquer empresa", chegando "em algumas industrias a ser a chave para a vantagem competitiva".

Esperando ter elucidado, de maneira breve, a transformação do DP em RH, analisamos que os quatro modelos ainda se apresentam nos dias atuais, levando em consideração a diversificação dos ramos das atividades das empresas, seu poderio econômico, atividades fins e setores nas quais estão inseridas. Portanto, o profissional de DP passa a ter um papel secundário nas grandes empresas que passam a administrar o RH como estratégico. Contudo, nas micros e pequenas empresas, o DP ainda possui papel de fundamental importância, pois continua sendo o "RH".

De qualquer modo, independente do porte da empresa e do papel de RH na organização, onde o profissional de DP está inserido, os processos para obter um departamento pessoal competitivo, com a pretensão de não ser apenas um "centro de custo" da organização, e sim, um "centro de resultados", é que o DP não deve limitar-se a efetuar cadastros admissionais, pagamento mensal dos empregados e encargos, férias anuais, cálculos demissionais e homologação do então ex-funcionário.

Os profissionais do DP devem preparar-se para exercer uma função de orientar as demais áreas da empresa quanto ao correto cumprimento da legislação trabalhista e da previdenciária, acompanhando o seu cumprimento, diminuindo assim, a exposição da empresa às perdas financeiras decorrentes de eventuais fiscalizações do Ministério do Trabalho e/ou reclamações trabalhistas. Nas empresas, o DP ainda é a porta de entrada e a de saída dos demais funcionários, onde uma boa impressão inicial da empresa (no qual o DP está inserido) motiva o novo funcionário a trabalhar para esta empresa, bem como a participação do DP no processo demissional, onde cabe o esclarecimento de modo harmônico, das verbas rescisórias e sua homologação, podem evitar a abertura de futuras reclamações trabalhistas, evitando perdas financeiras. Portanto o DP, bem preparado e com profissionais capacitados a desempenhar tais atividades, torna-se um diferencial competitivo da área de RH no contexto organizacional

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Quase

Por Luís Fernando Veríssimo

Ainda pior que a convicção do não, é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase!

É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna.

A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e na frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados.

Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.

Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor.

Mas não são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio-termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.


O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Para os erros há perdão, para os fracassos, chance, para os amores impossíveis tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.

Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você.

Gaste mais horas realizando que sonhando... Fazendo que planejando...

Porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.