sábado, 13 de novembro de 2010

Os 10 Principais Benefícios do TOTVS Automação de Ponto (RM Chronus)

A apuração de ponto dos funcionários deve ser precisa, altamente adaptável e principalmente ter informações claras e objetivas. Seja para pequenas ou grandes empresas, tanto o departamento pessoal quanto os funcionários demandam que o ponto esteja disponível e atualizado. Além disso, empresas com muitos funcionários precisam descentralizar operações de manutenção do ponto, delegando para funcionários e gestores parte da gestão do ponto pessoal e de suas equipes.

Com o advento da Portaria 1510/2009 do Ministério do Trabalho, que definiu regras mais rígidas para sistemas de controle de ponto, o TOTVS Automação de Ponto é uma ferramenta fundamental que atende às necessidades do mercado de forma adequada à legislação.

1- Altamente parametrizável e customizável
a. O TOTVS Automação de Ponto atende diferentes realidades e segmentos com várias opções de parametrização. Isso permite que funcionários com horário noturno e diferentes formas de compensações tenham seu ponto apurado de maneira nativa pelo sistema.

b. Uso de fórmulas para resolver situações específicas e diferentes das atendidas pela parametrização;

c. Possibilidade de customização na nova máquina de cálculo para clientes que desejam melhor desempenho do que fórmulas ou possuem regras específicas;

2- Facilidade e flexibilidade na definição de horário planejado
a. É possível centralizar e reaproveitar cadastros de horários para vários funcionários. Assim como, cadastrar definições para Dias Pontes(emenda de feriados e definição dos dias correspondentes ao pagamento dessas horas), definir intervalos programados como feriados e descansos;

b. Suporte a diferentes tipos de horários por intervalos como rígidos, semiflexíveis, flexíveis e núcleo;

c. Suporte a horário por jornada;

d. Integração com o TOTVS Folha de Pagamento para obter informações de afastamento, férias e demissões de funcionários;

e. Suporte a horário respeitando o horário do professor cadastrado no TOTVS Educacional;

3- Nova máquina de cálculo, mais precisa e com muito mais informações
A nova máquina de cálculo permite um fácil, detalhado e rápido entendimento do resultado da apuração, disponibilizando avisos calculados, ocorrências calculadas e movimentação dia a dia. E não se limite a isso, para situações mais complexas está ainda disponível uma memória de cálculo que explica como foi calculada toda a apuração do funcionário para cada jornada.

4- Banco de horas
Horas extras, atrasos e faltas podem ser pagas e/ou descontados diretamente na folha de pagamento atual ou podem ser armazenados no banco de horas, permitindo uma maior flexibilidade para os funcionários compensarem essas horas emendando feriados ou trabalhando após o expediente.

5- Sistema que atende à legislação vigente
O TOTVS Automação de Ponto está adequado à Portaria 1510/2009 no papel de “Programa de Tratamento de Registro de Ponto” e gera todos os relatórios legais necessários como Arquivo Fonte de Dados Tratados – AFDT, Arquivo de Controle de Jornada para Efeitos Fiscais – ACJEF e relatório de espelho definido por essa portaria.

6- Descentralização através do RM Portal
Muitas empresas precisam delegar ao funcionário a competência de gerir, acertar suas batidas e solicitar modificações no seu ponto. Já os gestores desses funcionários devem validar estas alterações. Dessa forma, descentralizando a gestão do ponto do departamento de pessoal, se tem um ponto muito mais interativo e com mais confiabilidade.

7- Manutenção de horários e descanso por escalas
Para empresas que tem uma grande rotatividade de horário e descansos de seus funcionários é possível utilizar de um assistente para facilitar essa gestão.

8- Informações Gerenciais
Relatórios gerenciais com um gerador nativo do sistema, consultas SQL, gráficos, planilhas eletrônicas, cenários de gestão, painel de metas e disponibilização de informações através de RSS.

9- Controle de refeição para funcionários e visitantes
É possível fazer o controle de refeições de funcionários e visitantes e ainda fazer o desconto dessas refeições diretamente na folha de pagamento do funcionário.

10- Integração com outros módulos da linha RM
a. Integração com o TOTVS Folha de Pagamento para identificar funcionários afastados, de férias e demitidos;

b. Integração com o TOTVS Educacional para leitura de horários de professor e rateio das horas por centro de custo;

c. Horário planejado do funcionário para a análise de alocação para o TOTVS Planejamento e Controle da Produção;

d. Integração com o TOTVS Gestão de Pessoas para abono de funcionário por atestado e treinamentos;

e. Lançamento dos eventos calculados para o TOTVS Folha de Pagamento;

Distribuição de Livros Gratuita pelo Banco Itaú

O Banco Itaú distribuirá até o final desse ano, 8 milhões de livros infantis em forma de kits para cada CPF cadastrado. Se cadastrem... Solicitem o kit ou apenas divulguem na lista de contatos, pois alguém fará bom proveito. Doe para uma biblioteca, uma brinquedoteca, filhos, para um sobrinho ... Enfim, vamos incentivar a leitura infantil. Não precisa ter conta no Banco Itaú. site - www.lerfazcrescer.com.br

sábado, 30 de outubro de 2010

Os três desafios do novo presidente

A dificuldade dos candidatos em fazer uma campanha presidencial em cima de novas ideias e a lentidão na formulação das propostas de governo, a ponto de Dilma Rousseff e José Serra entregarem programas apenas na última semana do segundo turno, evidenciaram o óbvio: com o governo Lula, esgotaram-se os contratos político, econômico e social estabelecidos na redemocratização. E o Brasil precisa agora de uma nova agenda, sobre a qual a elite nacional mal pensou e, por isso, carece de consenso.

Ao fim do regime militar, o País tinha três metas coletivas, ainda que os partidos políticos, os grupos econômicos e os movimentos sociais divergissem nos detalhes. Havia um contrato político a ser feito, que era a democracia, com nova ordem jurídica, respeito às regras, fim da censura e eleições diretas. Havia um contrato econômico, ancorado na estabilidade, na abertura de mercados e na retomada do desenvolvimento. E um contrato social, atendido com a criação de uma rede de proteção, com seguro desemprego, implantação do SUS, universalização das matriculas escolares e distribuição de renda.

Agora o Brasil tem pela frente um período de grandes oportunidades, favorecido pelo que construiu nesses anos, pela liquidez internacional, pelo desenvolvimento da nossa matriz energética, pela descoberta do pré-Sal, pela redução da natalidade e pelo chamado bônus demográfico, evento que acontece uma vez na vida de uma nação, quando a maior parte da população se encontra em atividade. Ou seja, o novo governo abrirá uma fase em que os pré-requisitos para o crescimento acelerado estão dados. Mas ao mesmo tempo não está claro onde se quer chegar.

O que o Brasil precisa no ciclo a ser iniciado com o pós-Lula é de renovar seus contratos político, econômico e social com o objetivo de se tornar uma nação desenvolvida. A estrada para o primeiro mundo é longa, mas facilmente percorrida se o país estabelecer isso como um compromisso coletivo, evitando mudanças de rumos a cada disputa presidencial. A França fez isso depois da Segunda Guerra, nos chamados “30 anos gloriosos”, quando o país eliminou a pobreza extrema. Na Grande Paris a última favela foi erradicada na década de 1970. Espanha e Portugal fizeram isso em menos de duas décadas, entre as reformas liberalizantes da segunda metade da década de 1980 e a moeda única européia, de 2002.

A crítica ao atual modelo brasileiro está presente na imprensa, no Parlamento, na academia e nas associações de classe, ajudando a compor uma agenda de reformas estruturais que vem sendo falada desde o governo Fernando Henrique Cardoso. Esse debate permite agora consolidar três palavras-chave que resumem os desafios do caminho do Brasil ao primeiro mundo. Que fique claro, também, que a exemplo do que aconteceu nos 25 anos de redemocratização, isso não é tarefa para um governo apenas, nem monopólio de um único partido ou grupo econômico ou social.

Transparência, o novo contrato político – Ela se faz necessária para reduzir o fosso que atualmente separa a sociedade da classe política e cidadãos do Estado. Nos debates oficiais tem sido chamada de reforma política, mas esta é na verdade apenas uma mudança eleitoral. Voto distrital e sistema de listas podem ampliar a vigilância do eleitor sobre os eleitos e diminuir o caixa 2 das campanhas. Mas o novo contrato político pressupõe a reforma do Judiciário, para agilitar decisões, e do código de processo penal, para reduzir a complacência com a impunidade e os subterfúgios na punição de crimes. A transparência também incita a uma grande mudança nas máquinas dos governos para implantação, nos três níveis de administração, de protocolos que uniformizem os serviços oficiais e permitam aos cidadãos uma comparação de eficiência. Sem isso, vamos manter, apenas como exemplo, a atual distorção em que escolas, muitas vezes vizinhas, são avaliadas de maneira diferente apenas porque uma é municipal (e está subordinada à leitura política que o prefeito deseja fazer dos resultados) e outra é estadual ou federal. Educação, saúde e segurança pública deveriam ser a prioridade na implantação dos protocolos. Como exemplo, um protocolo deveria determinar qual a estrutura mínima de uma boa escola, quantos professores por alunos deve ter e os dados relativos a banda larga, biblioteca e quadra esportiva. Outro serviria para avaliar professores, quantos dias passam em licença e quando precisam se reciclar num curso de capacitação, entre outros pontos. A criação de protocolos deve se estender à gestão do funcionalismo, às aposentadorias e a um conjunto de normas e licenças ligadas à economia (leia no próximo parágrafo). Da mesma forma, o Bolsa Família deveria deixar de ser uma concessão do governo para se tornar um direito comum a todos, com a devolução, via imposto de renda, de quem não for elegível ao benefício.

Competitividade, o novo contrato econômico – O Brasil está em pleno processo de transformação: ao mesmo tempo em que começa a se apresentar como global player está saindo de uma economia agrícola e industrial para uma economia de serviços. No atual debate, o nome da competitividade é Custo Brasil, mas essa é uma visão que privilegia o peso dos impostos e a modernização da infra-estrutura. Esses são, de fato, os dois elementos mais prementes para empresas e cidadãos, mas eles só serão efetivos se houver antes um esforço macroeconômico de redução dos gastos públicos, com mais concessões à iniciativa privada, e de ampliação da capacidade de poupança – duas medidas obrigatórias para que o sistema financeiro ofereça dinheiro de longo prazo com juros baixos. Ao lado disso, o Brasil precisa de novas medidas no mercado de capitais, para atrair dinheiro externo para investimentos de retorno lento. E ainda uma mudança na legislação trabalhista para se adequar a essa sociedade urbana, ancorada na economia de serviços, com alta mobilidade de empregos e empregados. Na economia, um sistema nacional de protocolos para concessão de licenças de toda sorte, das ambientais às de abertura de empresas, precisa ser criado. Ele é indispensável para apressar a guinada econômica em favor dos novos empreendedores.

Qualificação, o novo contrato social – Depois de montar uma rede de proteção e assistência que, entre outras coisas, acabou com a miséria, o Brasil precisa ser uma nação melhor, um povo mais qualificado. Talvez esteja aqui a agenda mais extensa e que mais renderá votos aos políticos. Muito cabe no guarda-chuva da qualificação, como a implantação do turno único nas escolas, a obrigatoriedade da aprendizagem da segunda língua e a universalização das creches. Da oferta geral de tratamentos odontológicos pelo SUS e de programas de reabilitação para dependentes químicos até a unificação das polícias, é na construção de um povo mais educado e menos violento que se dará o grande salto de desenvolvimento do Brasil.

O parco debate durante a campanha retarda a criação do consenso sobre qual trilho seguirá o Brasil para chegar ao primeiro mundo. E coloca o novo governo numa zona cinzenta semelhante à do governo José Sarney, na largada da redemocratização. Com essa fase histórica chegando a seu ocaso, o próximo presidente parece fadado a conviver com uma administração, um Congresso, movimentos sociais e associações de classe oscilantes. Neles, novas ideias e práticas antigas se mesclam e por vezes atrasam a transparência política, a competitividade econômica e a qualificação social que paulatinamente nos transformarão num país desenvolvido

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Tentando Mudar

Eu sou uma pessoa extrovertida, gosto muito de brincar, só que, sou muito teimoso e persistente nas coisas que considero certo e que em meu ponto de vista, precisaria mais planejamento. Sei que isso muitas vezes tem me prejudicado, por isso estou tentando mudar. Sei que não é fácil, dizem que tenho gênio forte, mas na realidade só estou dando o melhor de mim naquilo que julgo certo e acredito ser o ideal para que todo o processo ocorra da forma na qual deveria ser.

Considero-me um profissional dedicado e me entrego totalmente naquilo que faço e busco sempre o melhor de mim em tudo, mas sinto que falta algo e não sei onde buscar isso...

Já tentei mudar minha personalidade, mas acho difícil fazer isso, li alguma coisa na net, espero que ajude não só a mim, mas todos que pretendem mudar também...

“Personalidade se muda ao longo do tempo e com muito trabalho, porém não devemos ser o que não somos, devemos fazer metas alcançáveis, pois, não adianta nada querermos ser sério se somos brincalhões.”

“Só busque o equilíbrio entre os momentos de brincadeira e de seriedade, vou dar um exemplo: Em vez de escrever uma meta assim - “Quero ser super sério e maduro”“.

"Se você pensar na lógica, você vai perceber que isso é impossível, porque mesmo pessoa muito séria e introvertida tem seus momentos de descontração que seja com a família, poucos amigos, sozinho e etc.”.

Agora se fizer uma meta assim:

"Quero procurar amadurecer mais e levar coisas importantes a sério", ai você estará cumprindo uma meta possível de acontecer, pois amadurecer você vai mesmo ao decorrer da vida e levar coisas importantes a sério, você pode ir trabalhando colocando ações para isso”.

Bom como não sou muito de escrever, é isso...
Estou tentando mudar algumas coisas e tenho certeza que conseguirei.

Oito atitudes para melhorar seu dia-a-dia no trabalho

Amigos!

Recebi de uma amiga recente, por sinal muito bacana e achei por bem repassar a todos.

Oito atitudes para melhorar seu dia-a-dia no trabalho

A chave para mudar o padrão das relações viciadas ou desgastadas, transformar a rotina e recuperar o espírito de entusiasmo e cooperação está em cultivar atitudes baseadas na espiritualidade. Veja as sugestões do consultor Alkíndar de Oliveira, de São Paulo.

I) Procure em seu trabalho um sentido maior do que apenas um meio de sobrevivência.
Por menos gratificante que seja sua função, é um elo na imensa cadeia de trabalho que traz prosperidade e bem-estar coletivos.

II) Identifique seus dons e habilidades.
Ter consciência de que você é a pessoa certa no lugar certo é fundamental para a realização. A competência tem relação direta com o prazer. Avalie se sua função preenche sua necessidade de satisfação pessoal Se não, é hora de começar a pensar em mudar de emprego ou profissão.

III) Aceite e compreenda as diferenças.
Procure ver os aspectos positivos que todos nós temos e exercite a capacidade de perdoar e se colocar no lugar das outras pessoas. Isso evita atritos e desgastes desnecessários.

IV) Aprenda com a diversidade de pontos de vista.
Pessoas com formação cultural, idade ou nível social diferente do nosso têm muito a nos acrescentar. Tente se abrir para quem parece diferente de você.

V) Exercite o afeto e a gentileza com chefes e colegas.
Um sorriso, ou um gesto atencioso, são suficientes para tornar as relações mais amistosas e produtivas. Seja como um ponto de luz no seu ambiente de trabalho.
VI) Acredite que você tem vasto potencial a ser explorado.

Às vezes perdemos chances de expansão ou mudança na profissão por não apostar em nós mesmos. É o caso de quem acha não ser capaz de aprender outro idioma.

VII) Viva o momento presente.
Um dos princípios do budismo destaca a importância de estar sempre focado no momento presente e fazer todas as coisas como se fosse a primeira vez. Isso nos dá motivação e nos conecta com nosso foco.

VIII) Equilibre trabalho, família e espiritualidade.
Dê a devida atenção a cada uma dessas áreas da vida, sem achar que uma é mais importante que outra.


“ A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma.”

John Ruskin
Filósofo (1819-1900)

sábado, 16 de outubro de 2010

Time de Ituiutaba na Segunda Divisão do Brasileirão 2011

olá pessoal!

como amo minha cidade natal, estou compartillhando com os admiradores e apaixonados por futebol esta façanha do time da minha cidade. Dá-lhe Boa..rs

Os torcedores do Ituiutaba se esqueceram rapidamente da pífia campanha do time no último Campeonato Mineiro – terminou na lanterna e foi rebaixado para o Módulo II – e fizeram uma grande festa na Fazendinha, na tarde deste sábado. Afinal de contas, o Boa alcançou um feito inimaginável há alguns meses e garantiu uma das vagas para a série B do Campeonato Brasileiro de 2011. O time do Pontal do Triângulo empatou em 0 a 0 com o Chapecoense e, com o placar de 1 a 1, em Chapecó, conseguiu a classificação para as semifinais.

O Ituiutaba contou com o apoio de cerca de 1.800 torcedores, que lotaram as dependências do acanhado estádio da Fazendinha. A equipe mineira manteve a tradição de sempre conquistar bons resultados em casa e, mais uma vez, não deu chances ao adversário.

O técnico Nedo Xavier, com várias passagens pelo Boa, comemorou bastante a conquista. O treinador deixou o gramado muito emocionado e chorando muito. Agora, a equipe, que já tem presença certa na segunda divisão do ano que vem, começa a pensar nas semifinais da série C. Os mineiros ainda aguardam a definição do classificado entre Criciúma e Macaé, que se enfrentarão no próximo sábado, às 17h (de Brasília), em Santa Catarina. Na primeira partida, no Rio de Janeiro, o Macaé venceu por 3 a 2.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

QUATRO LIÇÕES BÁSICAS DE SOBREVIVÊNCIA NO EMPREGO

QUATRO LIÇÕES BÁSICAS DE SOBREVIVÊNCIA NO EMPREGO



Lição número um


Um urubu está pousado numa árvore, fazendo nada o dia todo.. Um coelho viu o urubu e perguntou:

- Posso sentar como você e ficar fazendo nada o dia todo?

O urubu respondeu:

- Claro, por que não?

Assim, o coelho sentou-se embaixo da árvore e ficou descansando. Subitamente apareceu uma raposa que saltou sobre o coelho e o comeu.....

MORAL DA HISTÓRIA: Para ficar sentado sem fazer nada, você precisa estar sentado muito, muito alto.



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Lição número dois

O peru estava batendo papo com o touro.

- "Eu adoraria ser capaz de chegar ao topo daquela árvore", suspirou o peru, "mas não tenho força...."

- "Ora," replicou o touro, "por que você não come um pouco do meu esterco? Ele tem muitos nutrientes".

O peru bicou um pedaço de esterco e verificou que realmente isso lhe dava a força necessária para chegar ao primeiro galho de árvore. No dia seguinte, depois de comer mais uns bons nacos de esterco, ele chegou ao segundo galho. Finalmente depois de duas semanas, comendo esterco de boi, de búfalo, das zebras, ele estava orgulhosamente empoleirado no alto da árvore. Imediatamente foi visto por um fazendeiro que atirou nele...

MORAL DA HISTÓRIA: Qualquer bosta pode levar você ao topo, mas não manterá você lá.


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Lição número três:

Quando o corpo foi criado, todas as partes queriam ser chefe.. O cérebro foi logo dizendo:

- Eu deveria ser o chefe, porque controlo todas as respostas e funções do corpo.

Os pés disseram:

- Nós deveríamos ser o chefe, porque carregamos cérebro para onde ele quiser ir.

As mãos disseram:

- Nós é que deveríamos ser o chefe, porque fazemos todo trabalho e ganhamos o dinheiro.

E assim foi com o coração, pulmões, olhos, até que chegou a vez de o cu falar. Todas as partes riram do cu por querer ser o chefe. E foi daí que ele entrou em greve, bloqueou-se e recusou-se a trabalhar..

Em pouco tempo os olhos ficaram vesgos, as mãos crisparam, os pés se retorceram, o coração e os pulmões entraram em pânico e o cérebro teve febre. No final todos, concordaram, e o cu passou a ser o chefe. Todas as outras partes, então, faziam seu trabalho, e o chefe ficava sentado e deixava a merda passar!

MORAL DA HISTÓRIA: Você não precisa de cérebro para poder ser um chefe; qualquer cuzão pode ser.


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Lição número quatro:
Era uma vez um pardal cansado da vida.... Um dia, resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura. Voou até chegar numa região extremamente fria e foi ficando gelado até não poder mais voar e caiu na neve. Uma vaca, vendo o pobre pardal naquela situação, resolveu ajudá-lo e cagou em cima dele. Ao sentir-se aquecido e confortável, o pardal começou a cantar. Um gato ouviu o seu canto e foi até lá, retirou-o da merda e o comeu....
MORAL DA HISTÓRIA:

1) Nem sempre aquele que caga em cima de você é seu inimigo;
2) Nem sempre quem tira você da merda é seu amigo;
3) Desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na merda, conserve seu bico fechado!!!